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Antes de mais nada, abaixo disponibilizei três vídeos para acalorar o debate:

Caros amigos esqueçam um pouco  Silas Malafaia e Jean willis, pelo amor de Deus, esses caras são 2 lados diferentes de uma mesma moeda. Não se avalia um debate destes pela insígnia partidária e não preciso nem dizer q preconceito e polidez também não rolam. A burrice nossa de cada dia é tão dantesca q só consigo embrulhar meu estômago com toda essa retórica e técnicas de persuasão facciosa.

Ninguém quer saber sua opinião se vc não sabe sequer avaliar o assunto em todos os aspectos q o envolvem, ou seja, a questão singular, puramente subjetiva e a questão genética, social e porque não metafísica. O Homossexualismo no viés ideológico é sim danoso, assim como foi danoso o racionalismo iluminista da velha revolução francesa, o positivismo lógico destas bestas técnicas do mecanicismo, o zelo radical islâmico da jihad, o socialismo messiânico dos mundos melhores, a ditadura militar direitista e claro o puritanismo cristão idealista e santarrão… Toda essa visão unilateral só serve para prorrogar a burrice.

Aliás, está rolando um vídeo na internet, de um aluno geneticista que contrapõe o senhor Malafaia, coisa esta não tão difícil considerando seu discurso da sopa de letrinhas bíblicas. Embora este estudante tenha claramente contornos materialistas em seu discurso que se por um lado é bom, visto que relativiza por necessidade a condenação moral do idealismo “santoperfeccionista”, por outro é irritante, contraditório e arrogante… Digo a respeito do discurso e não do autor do vídeo é óbvio.

Ora, ora meus amigos convenhamos, eu não preciso ser um gênio para concluir, por exemplo, q um cachorro tem sentimentos e um certo tipo de consciência que o valida como criatura e, portanto, torna-o valorizado. Assim também não precisamos, a não ser em caráter comprobatório, de testes empíricos que provem a ação de ordem genética nos indivíduos homoafetivos… É fácil observar que este fenômeno advém de inúmeras intervenções na estrutura psíquica, existem questões de cunho ambiental, traumático, genético, impressões herdadas ou adquiridas na tenra infância, escolhas morais, influências e desejo pelo proibido, etc. São variáveis que podem transformar e modificar comportamentos que muitas vezes estão sobrepostos e mesclados entre si.

Aqui a propaganda, introduzida mediante os elementos ficcionais da mídia em geral, é uma manipulação dos sentidos humanos, independente de favorecerem ou não o Homossexualismo, o que na verdade não passa da velha técnica do romantismo acadêmico.

Por isso a propaganda Gay é danosa! Ela se vincula a uma espécie de transvaloração cultural e isso não em defesa do ser humano sujeito aos preconceitos efetivamente criminosos, mas a política da anti-ofensa, do politicamente correto, onde toda vírgula pode ser interpretada de maneira ambígüa.

Isso é o moralismo do avesso. Lembram-se, quando disse que são dois lados de uma mesma moeda? Pois é isto. O gayzismo se transformou num moralismo que defende os fracos, onde seu grande perseguidor, pelo menos no Brasil e nos EUA, é ironicamente a Igreja cristã, seja católica ou evangélica. Por mais estranho que isso possa parecer estes são os imorais na visão da transvalorização imposta de maneira lenta e controversa. E claro, na tradição conservadora é o contrário.

Afirmo que a defesa partidária seja contra ou a favor do indivíduo homossexual (que diga-se de passagem se difere em inúmeros aspectos do orgulho dos agentes propagandistas) é ignorância, é burrice, é fermento de fariseus, é radicalismo imbecil!!!

Okay, mas e agora? Ficaremos aqui em cima do muro e pisando em ovos?

Nãããããao mesmo, a questão é avaliar a ambição política desses gays ridículos que querem definir a estrutura familiar conforme a sua sensualização. E também avaliar os religiosos cagadores de regras morais que querem incutir no mecanismo da repressão psíquica a idéia de que os tais irão queimar eternamente no fogo do inferno.

Em termos sociais o orgulho gay, em minha miserável opinião é patético, egoísta e precipitado. Porém eu não posso ignorar o conflito que tais pessoas enfrentam em suas vidas sexuais, agora isso não significa elevar um problema de cunho subjetivo ao nível social e quiçá metafísica para justificar suas práticas, isso seria o mesmo que cair na condenação de Paulo de Tarso em Romanos capítulo 1, que conforme a interpretação do reverendo Caio fábio, estaria a condenar os de livre índole perversa e não as mentes relativizadas e contraditórias que se negam a lutar por causas que nem mesmo entendem. A defesa do homossexual é a defesa do indivíduo a contraposição disto a luz da ciência atual e dos elementos sociais que possuímos só deve ser voltada aos grupos que demonstram intenções facciosas e não as pessoas que estão em constante conflito… Bem, è isso, não quero incorrer no erro da neutralidade superior, é claro q os dois lados tem aspectos positivos e essa é apenas uma tentativa de imparcialidade… Vejam este vídeo do Olavo, pra mim é até o momento o melhor a respeito deste tema:

Video 2:

Video 3:

Esses dias entrei numa livraria e fiquei perplexo, vi milhares de livros na mesma prateleira, o que é muito comum diga-se de passagem, porém eram cópias de uma mesma obra…

Sim me refiro ao livro mais vendido dos últimos meses: 50 tons de cinza kkkkkkkkkkkk…

Olha com todo respeito eu confesso que não li o livro inteiro, inclusive nem comprei porque fazer isso seria um sintoma significativo de verminose aguda, ms as resenhas servem pra nos poupar de certas torturas. Com isso tive que rever minhas próprias atitudes, tipo… Postar frases no face, do português Fernando Pessoa, incentivando a leitura. Até então isso me parecia algo plausível e correto, mas eu estava enganado amigos, depois de ler trechos do livro de E L James, mudei totalmente de idéia.

Não leiam livros, Não!!!!

Vão pra praia, saiam com os amigos, qualquer coisa… Porque se for pra ler esta merda que deveria se chamar 50 tons de marrom, ou quem sabe 50 ranhuras de craquelê, é melhor ficar analfabeto, no estilo lula de ser.

Ahhhhh, ms vc nem leu o livro quereéédinho???????

Tudo bem, mas eu cheirei e tem mesmo 50 aromas de gases intestinais, sabe-se lá o q essa mulher comeu antes de iniciar a obra.

Mulheres… pelo amor de Deus… literatura erótica ficcional??? Dostoievski berra nas praças: me leiam, me leiam … Qualquer sinal de machismo é uma constatação correta, dentro é claro das proporções adequadas, e digo mais, tudo pode piorar, vai que alguém invente uma versão gay da história, rs.

Mas aí se quer ler leia, só não entendo o motivo do orgulho…

As definições de niilismo são interpretações do francês Gilles Deleuze a respeito da obra nietzschiana. Temos, portanto o niilismo negativo atribuído a negação da vida presente, o niilismo reativo que é de certa forma uma reação a negação primária, esta que vincula-se a crença do Deus provedor que nunca chega. Porém essa atitude em matar a Deus, faz com que o positivismo (cientificismo) tome o lugar da divindade, gerando um outro tipo de negação agora pelo futuro terrestre concebido na razão emancipada, onde seríamos felizes pelo endeusamento do homem via Conhecimento como o é na “metáfora” do gênesis onde a felicidade prometida pela serpente vincula-se ao fruto proibido da ciência do bem e do mal.

Assim o que se revolta pratica as mesmas obras do alvo de suas críticas.

O Niilista passivo é, portanto a reação a volta da negação da vida agora partindo dos futuristas e tecnocratas. Por fim temos o niilista ativo que afirma a vida como ela é, aceita, não tira e nem acrescenta.

Resposta a Crítica Nietzschiana:

Toda essa teoria é validada pela seguinte premissa: “Deus não existe”, que é bem diferente de dizer: “Deus está morto.” Nietzsche oculta a preposição inicial e dificulta a retórica do lado oposto.

Deus existe? Considere sim para então acompanhar meu raciocínio:

Aqui nós lidamos com o problema da perfeição de Deus e a imperfeição humana. Para demonstrar o mínimo de realismo a minha vida diante da realidade inexorável da existência divina, eu devo reconhecer minha miserabilidade antes de conhecer minha potência. Não que esteja negando a vida, só estou lidando com um novo elemento de seu contexto…

Sou miserável, pobre, cego e nu. Posso ser feliz assim, dando-me conta dessa potência fora de mim? Obvio que sim, não porque exalto a esfera dos fracos, mas porque admito q todos são pó diante da existência, logo o psicologismo da força e da fraqueza são atribuições momentâneas aos mesmos indivíduos, posto que tal dualismo não se sustenta por convenções, mas por personalidades.

Mas essa ética cristã não é utópica?

Sim em termos, a ética em ultima instancia só é utópica para nós humanos, não para Deus em si mesmo.

Assim ao passo que Cristo não nega a ética no parâmetro mais profundo advindo da emanação eterna, ele reconhece a miserabilidade humana com sua incapacidade em segui-la. Paulo também diz que a Lei é boa, mas não o homem.

Ora, Cristo não nega nem a Deus e nem ao homem. Por isso ele é como nos dizem os evangelhos “filho do homem” e “filho de Deus”. Ele desce do céu como homem para cumprir a ética no seu contexto mais puro de justiça pela avaliação de todas as variáveis como sendo Deus. Para o judeu isso é idolatria, porém eles não se deram conta da aplicação filosófica aqui.  Observamos nos evangelhos que em Jesus vale mais a oração de quem bate no peito e diz que é pecador do que aquele que se proclama justo diante da divindade. Para quem veio instituir a graça divina tal atitude era absurda, por isso sua revolta com este tipo de hipocrisia.

No seu entendimento ético com base em Deus, quem quiser se aflorar em vaidade religiosa deve cortar seus membros contaminados, seja mãos, pés ou olhos, em resposta a perfeição da justiça, deve deixar tudo por amor a Deus, não deve apenas morrer por Deus, mas se devotar para Deus, dentro do próprio plano de vida assim como ele mesmo fez, esse é um ideal para demonstrar nossa própria incapacidade. Diante disso simplesmente reconheça o que é, apenas um humano,  mortal, falho, envergonhado diante da perfeição, andando em sinceridade conforme aquilo que alcançou e não se alvoroçando em epifanias celestiais onde o centro é você.

Portanto não peça para Cristo negar a condição de Deus, e não pense também que ele negará a condição do homem, são duas condições distintas, mas reais.

Ele segundo os evangelhos é o elo de ligação outrora impossível. Por isso seu ensino deixa uma clara diferença entre hipocrisia e miserabilidade.

Já Nietzsche age como um promotor e diz (parafraseado):

“Ninguém ama a Deus de fato, pois nós o matamos, visto que era desnecessário.”

Deveras desconsidera a impossibilidade do homem em ser bom para Deus, ja que o próprio filho de Deus que tinha a lei eterna em seu coração dizia:

“Bom é Deus, não o homem.”

O coração do homem é inconstante, não que eu use isso como desculpa para pecar contra o senso judaico, mas aceito a gratuidade da salvação e isso basta, para então viver a vida sem o cisma infernal da culpa e separação eterna do sentido da vida.

Fazendo a leitura de Cristo no parâmetro nietzschiano é fácil chegar a conclusão de que o carpinteiro é em parte como o Idiota do livro de Dostoiévski, o que de fato não é de forma alguma uma ofensa . Logo  a lógica de Jesus não estaria errada uma vez que seu reino de fato exista, embora para Nietzsche ele só existisse no coração do carpinteiro e não de forma palpável findando-se apenas no futuro. Mas sendo Deus real, a postura de Cristo na vida é a total expressão da autenticidade e liberdade humana aprisionada no paradoxo de dois mundo, o perfeito e o imperfeito.  Deus é o sentido, negar o sentido é  a verdadeira negação da vida e se negar a vida no viés de não negar o sentido que é por assim dizer a verdadeira vida, então Jesus realmente diz: “Faça-o”. Afinal ele afirma de si mesmo como sendo o Caminho, a Verdade e a Vida.  Ora, se ele é a vida então como pode negá-la??? Ele nunca nega o verdadeiro, só prioriza em total espontaneidade.

A negação está, portanto vinculada a falta de autenticidade e ao pecado no parâmetro universal e não nas benesses que Deus mesmo criou. Essa é a ética da guerra, do “sim ou não, o que passar disso é maligno”, do desembaraçar-se da vida, do cultivar a fé em vigilância, orar todo o tempo e lutar contra Satan e as paixões infames, enfim, diferente da ética da paz que agradece todo o tempo, que descansa e tem sua força na alegria. Ambas pertencem a existência e no final o que vale é discernir o momento, pois como disse Salomão, tudo neste mundo tem o seu tempo e cada coisa tem a sua ocasião. Tempo de prazer, tempo de dor, tempo de guerra, tempo de paz, tempo de descanso, tempo de trabalho, enfim, quando falamos de Deus e da vida jamais podemos resumi-los a uma ação negativa vinculada ao ascetismo, ainda mais diante da natureza humana inconstante e relativa e da vida exuberante, agridoce e pulsante.

O Problema de Deus:

Qual será a reação do auto proclamado niilista reativo no ultimo instante de vida? Ele irá  rasgar as vestes, arreganhar o peito e dançar diante do caos da existência? Ora, nesse ultimo instante é que percebemos que tais coisas não tinham sentido algum, e que a criação de um sentido só tem efeito psicológico e não objetivo. No entanto é importante notar que para Nietzsche, grande precursor do niilismo ativo e afirmador, uma vez reconhecida a realidade inexorável do dessentido existencial é necessário evitar a tendência inóspita do ressentimento. Posto que aquele que se paralisa diante do despropósito é por assim dizer um covarde, porquanto tal contingência exigiria de nós outra atitude, a de desassombro para com a vida.

A vida é o que é e eu sou o que sou e neste conflito estou de peito aberto para me lançar sobre ela.

De fato não poderia discordar de Nietzsche nesse quesito caso me associasse a sua premissa que avalia o estado psicológico do ocidente como uma evidência da morte de Deus. Certamente esta declaração nietzschiana não parte primariamente da arrogância do filosofo, antes vincula-se a sua certeza diante dos resultados da sociedade em geral que troca a provisão divina pela capacitação mediada pela razão emancipada. Mas no momento em que encerramos certezas desse nível obviamente nossas conclusões terão caminhos inesperados. Será que podemos descartar toda ação propriamente divina pelo simples fato de achar que isso constituiria um conflito para com as ciências naturais? Bem, devo dizer que embora a dialética socrática tenha sido quase que descartada pelo filosofo alemão, ela seria bem vinda neste momento.

Parece-me mais do que óbvio que uma coisa não anula a outra. Se a razão humana propicia a vitória sobre as pestes e dá recursos infindáveis a humanidade, isso só comprova que o pensamento medieval estava errado e não que a existência do ente divino seja falsa.

A constituição teocrática nos moldes medievais seria, portanto falha também para Deus, digo isso não porque acredite em alguma teocracia que tenha o homem como agente de sua manutenção, mas sim que a ação humana diante da revelação divina estava errada. Logo somente Deus poderia propiciar a teocracia, como o foi no monte Sinai, no entanto diante da inconstância humana, mesmo os prodígios visíveis e miraculosos não puderam manter o bom relacionamento do perfeito para com o imperfeito. Assim sendo, até a teocracia de Moisés e os juízes de lsrael falharam em alguns momentos, talvez pelo nível de rigidez humana ou mesmo pela desconsideração dos valores divinos, de sorte que embora a ação da perfeição seja correta, foi inconveniente na medida da perspectiva humana. Deus errou? Ora, não vamos aqui exagerar no antropomorfismo, posto que a razão mediada pela revelação conclua que o Deus de Israel assiste a história e não pode ser confundido com a humanidade dos deuses das nações pagãs. Sendo, portanto a ação do Eterno verossímil isso implica que este atue na história disponibilizando o conhecimento no tempo oportuno, afinal devemos lembrar que nós somos seres do tempo e Ele não, logo todo o conteúdo humano sofre sua intervenção ainda que neste ínterim manifestem-se tanto a compreensão falsa como a verdadeira. Dito isto, fica fácil entender que a distancia de Deus, partindo de um ponto de vista judaico-cristão propicia a emancipação do homem.

O problema é que essa emancipação se finda no niilismo, no despropósito e no dessignificado.

O agente eterno inevitavelmente é o Sentido da vida consciente e não é a toa que alguns filósofos para evitar o problema de Deus resolveram descartá-lo, fomentando de forma sincronizada sua compreensão do mundo.

A simplicidade do argumento não desfavorece sua veracidade, a premissa define a razão da cadeia de raciocínios. Pondo em xeque a interpretação psicológica da história.

Jesus é, portanto a melhor resposta para esse conflito do perfeito contra o imperfeito, como Davi dizia: “Ele sabe que somos pó”. Ai de nós se fossemos julgados pelas nossas obras, porque elas são, conforme Isaías trapo de imundícia perante o Eterno. A miserabilidade embora possa ser confundida com a moral dos fracos é por assim dizer o caminho para herdar o Reino de Deus, não em via do ressentimento, do pensamento uniforme e da moral de rebanho, mas do reconhecimento de si mesmo perante o mundo. Seja fraco, seja forte somos pó e não devemos andar invejando-nos uns aos outros esperando por um Reino que ja está entre nós.

Fiz um vídeo falando do assunto, avaliem e façam seus comentários:

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O niilismo está entre nós, ele é a expressão de um mundo cego, engolido por sua prepotência, caído em ignorância. As trevas estão instigando a luz vespertina e o desalento que cerca a alma desfalecida organiza os exércitos de ataque e defesa, mas a matança não impede a canção dos pássaros, entoada no dia da tragédia.

Todos estão olhando para dentro contemplando o lado de fora, esperando imprimir a mensagem para então recusá-la.

Mas a vida não é nada e o niilismo não traz mensagem alguma. Estamos vazios, engolidos pela nossa própria fome, fragmentados e depois diluídos. O corpo tenta resistir, enquanto perambula pela vida sem a alma… Eu sou tudo, mas não sou nada, apenas uma questão de perspectiva e tempo… Eu sou o outro, eu sou eu mesmo, todos iguais e todos diferentes… A Força das forças perturba minha condição. Então eu me pergunto se estou entregue a moral dos fracos ou a grandeza dos campeões.

Mas os rumores de um outro mundo gritam silenciosamente em meus ouvidos, me fazendo sentir a brisa suave q leva a mensagem do lugar onde o Eterno se esconde, dizendo q hei de escapar deste continuo devir.

No vazio não há nada e o nada é absoluto, lugar onde nem a escuridão nem a luz são alguma coisa. Ali meu corpo é feito de cera, ele derrete e se reconstrói eternamente esperando a transmutação de sua composição. Ms ele só precisa de um coração de carne, precisa sangrar, precisa sentir, seja o medo seja a paz, seja a guerra ou a sede, ele precisa pulsar a alegria do hoje e do agora, no dia que ainda não foi consumido pela noite, posto que o hoje também é o amanhã e será a eternidade.

Se minha consciência habita no nada, ela mesma se difere do nada e encontra repouso no tudo, lugar de sua expressão, lá onde deflagrou o mistério tremendo… Oh céus, vida e existência, não deixem que no sacrifício do corpo eles arranquem meu coração.

Um dia vi um anjo dizer ao outro: “Há muito tempo os homens deixaram de viver apenas pela sobrevivência, e não seria errado asseverar que eles também não buscam mais por mera liberdade, o grande anseio vincula-se a procura por inspiração, isto é, significado e sentido.”

Ora não é correto dizer q a perda dessas coisas nos levariam a aniquilação ainda que gradualmente? Sucumbiremos diante do niilismo, até que surja o elemento de contradição. 

Nisto encontramos a inspiração, ela é a força que oprime a penumbra, nela sendo livres tornamo-nos prisioneiros no cárcere da felicidade, isto é, o fato de significar é o motivo pelo qual se almeja o prêmio, isso nos faz voltar à vida mediante a experiência com o numinoso. Neste sentido você é quando tem motivo pra ser alguma coisa. Mas e então, o motivo a que chamamos de inspiração é subjetivo ou objetivo? Ora amigos, em ultima instancia ele deve ser objetivo.

Se assim não for ou a inspiração morre ou a inspiração mata. Se morre não era verdadeira, se mata prova q era falsa. Se ressurge da aniquilação revive para a eternidade. Se ressuscita o que matou demonstra que é a única vida a ser vivida.

Nem só de pão viverá o homem, mas sim de toda a palavra que ecoa pela eternidade, porque espírito e vida não se resumem as regras de conduta, quando se perde a liberdade de infinitas variáveis desconexas para mergulhar num sonho real e palpável a criatura disfarçada de pobreza mostra sua verdadeira face. Então os sorrisos postiços fecharão a suas bocas, seus olhos de vidro caindo se despedaçarão. Sua paz de engodo lhes abandonará quando suas paixões artificiais os apunhalarem pelas costas… Deixe que enterrem o punhal até o fundo de sua carcaça, pois você não estaria perdendo nada, diriam os mártires, porque sangrar na carne todos sangram, mas quem estancará a hemorragia se ela se dá no elemento vital da vida?

Sucumbe mais uma vez o corpo mecânico mediante a aniquilação da natureza.

Diante dessa consumação preferiríamos até o torniquete, no entanto se esta alma foi esmagada por inteiro, o corpo obviamente padecerá afinal um corpo não subsiste sem alma assim como a segunda morte não pode vir antes da primeira, salvo de forma hipotética e se é assim mesmo, havendo fôlego ainda há esperança.

Respirar e inspirar…

Ainda q enferrujem todas as engrenagens, a alma sobrevivente permanece com fôlego. Enquanto o coral celeste estiver cantando a aniquilação continuará morta e seu sepultamento não tardará diante do brilho das faces atônitas na inconfundível infância eterna… Mais um pouco e eu pensaria que tudo era apenas um conjunto de ligações neurais complexas, porém as engrenagens não podem explicar seu próprio funcionamento e isso me parece justo…

(Foto acima:  Arte digital/ desculpem ms não sei quem é o autor)

Olá, estou aqui para mais este post, simplesmente para criticar a posição neófita do senhor P C Siqueira quanto a questões religiosas, exposta em um recente vídeo. Nada contra ele, aqui exponho apenas um antagonismo de idéias.

Achei por bem fazer um vídeo sobre o assunto porque existe muito ignorância de um lado e de outro e como o trato dessas coisa está sendo exposto por um cara com poder de influência internetiana, nada como responder com as mesmas ferramentas. Não que eu seja o dono da verdade suprema, mas nesse quesito julgo estar mais bem treinado.

O assunto é religiosidade focada no tema aborto…

Neste caso posso começar dizendo que assim como o é o direito a vida é o direito a morte, porém eu na competência de um Estado, de um pai, de uma mãe ou de um intelectual não posso escolher pelo outro. Então não vejo alternativa em dizer: Deixe viver…

Obviamente o bebê não é parte do corpo da mãe.

Ora, se alguém sofre um dano cerebral irreversível você mata o indivíduo?

É importante sabermos que a intenção puritana religiosa nada tem a ver com a postura de se tomar partido contra uma lei que promulga direitos a indivíduos que a recebem como incentivo. Eu não sou moralista só porque reconheço afeto numa mãe que decide manter a gravidez. Aliás as mães quando apoiadas e incentivadas dificilmente provocariam tal ruptura.

Além disso existe inúmeras cituações entre os tais problemas congênitos, tornando cada caso diferente do outro. A constituição legislativa não pode lidar com isso.

Penso que o maior problema é que no momento que é dado o subsídio para o aborto, mais aparece a ponta do Iceberg, e pela liberdade individual condena-se a vida do mais fraco. Mas isso, só o tempo irá provar, não estou aqui, como já disse, para ser o dono da verdade e nem incitar minha moral, no que se refere a este assunto, contra os contrários…

Mas o fato é que a visão mecanicista do corpo invariavelmente nos leva a pensar a condição humana como que objetal e coisificada.

Eis aí um problema. Porém é bom deixar claro que também considero a demanda da mãe o que me faz refletir sobre o meu próprio ponto cego.

Não vim condenar as mães que decidem pelo aborto por um desamparo existencial, não vim julgar, mas penso que o trato dessas coisas não podem ser feitas de maneira temerária…

Vídeo:

Recentemente Ariovaldo Ramos, um dos líderes cristãos mais influentes de nosso país, pelo menos no que se refere aos líderes honestos, fez uma declaração um tanto inusitada em seu blog. Ele simplesmente disse que o Amor de Deus NÃO é Incondicional.

Quando ouvi isso achei por demais estranho e intuitivamente me posicionei contra essa tese. Aí então decidi fazer um áudio expressando a minha opinião, além de escreve-la. O vídeo está logo abaixo do texto.

Mas antes de continuar com esse meu artigo, gostaria de esclarecer que respeito muito o Ariovaldo, inclusive concordo com ele em vários aspectos, ainda mais quando o mesmo denuncia a famigerada teologia da prosperidade que apregoa a ostentação, glamour, e grana.

Também deixo claro que meu desejo em discutir o assunto nada tem haver com a vaidade do pseudointelectual que proclama a respeito do amor mas que na prática é um merda medroso e medíocre.

Achei que deveria falar sobre esse tema independente das intenções que outros me atribuam, pois nada me convenceria do contrário. Deus é que julga a todos nós.

Tendo declarado isso exponho aqui minhas idéias:

Bem, eu nunca tinha lidado com esse tipo de indagação dentro da esfera cristã. É certo que filósofos da psicologia e suspeita como Nietzsche, Freud e Schopenhauer já duvidavam da face desse suposto amor incondicional. É dito, por exemplo, que o amor materno é incondicional, mas uma análise fria a respeito do assunto nos faria perceber que em alguns casos esse amor excessivo, se é que podemos denominar assim, torna-se uma forma de chantagem emocional, essa é sem dúvida a linha tênue entre o que é saudável e o que é doentio nas relações dos muitos.

O Ariovaldo como cristão sincero que é, diante das escrituras que subtendem condições para o amor divino acaba por aferir que neste caso o Amor divino jamais poderia ser Incondicional, posto que o próprio termo realça a não necessidade de resposta do objeto amado. Neste caso Deus só amaria aqueles que respondessem ao seu amor inicial manifesto em Yeshua como é ensinado na cosmogonia Cristã.

Essa é ao meu ver uma interpretação perigosa, pois elimina o maior atributo da divindade manifesto no NT o qual diz: Deus é Amor.

Ora, o texto é assertivo quando diz: “Ele não tem… Ele é!”

Se Ele “é” ja não pode negar a si mesmo.  E se a natureza divina apenas dispusesse do amor como um mero atributo fora dele mesmo, poderíamos logo inferir a ideia de que o Eterno também pode manifestar ódio, vingança, tristeza, enfim, estaria sujeito a qualquer destes sentimentos como acontece com os seres humanos. Isso é o mesmo que extrapolar a ideia de antropormofismo, atribuindo a divindade arrependimento, angústia, dolo, ciúmes, etc.

Mas espere aí, não são as escrituras que fazem tal declaração?

Lá é dito que o divino se arrepende, faz vingança, sente ciúmes, etc, sendo assim como podemos ir contra a escritura?

Ora caro amigo, eu não estou indo contra a escritura, estou me opondo a ilusão e superficialidade que interpreta essas coisas apressadamente.

O Deus apresentado nas escrituras tem sim em muitos casos aspectos antropomórficos, porém esses elementos só existem para que possamos entender com facilidade sua autoridade e excelência. Essa é a didática bíblica que muitos crentes e descrentes distorcem para assim negar o verdadeiro Deus manifesto em Yeshua.

Não vim aqui negar a Lei, porque negar a Lei seria negar a condição do Eterno perante a humanidade, vim apenas dizer quem Ele NÃO é na medida da razão e da revelação Neo testamentária.

Ora Deus faz vingança? Sim, sem dúvida, mas a vingança está dentro do escopo do Amor.

Deus faz Juízo? Sim, mas o juízo está dentro do escopo do Amor.

Deus odeia? Sim mas seu ódio é para com a injustiça, também dentro do escopo do Amor, porque Deus não é justiça, vingança e juízo antes de ser Amor.

Ele é Amor, por isso tem ciência, justiça, juízo, etc. Mas seu atributo maior é a graça medida pela caridade divina.

Deus não é meramente justiça, Ele é Amor por isso faz justiça!

I Coríntios 13 elabora com objetividade e simplicidade esse aspecto. Havendo Amor, Fé e Esperança, o maior destes é o Amor, pois é isso que Deus é. Ele não tem virtudes, Ele é Amor, por isso as manifesta. Essa é sua natureza, quem não entende isso, não sabe nada a respeito de Deus e se de fato têm o Espírito do Eterno, deveria pedir sua sabedoria.

Não existe obsessão no amor de Deus, não existe opressão, não existe censura, existe apenas a verdade. Como Ele disse a Moisés: “Eu Sou o que Sou”.

Sua natureza é tão poderosa e inabalável que seria impossível para Deus negar a si mesmo.

A Igreja infelizmente ainda vê Deus nas categorias medievais. O eterno seria apenas um monarca demagogo que exige obediência sem sabedoria, apenas cabresto e domesticação.

Para filósofos como Nietzsche essa era a maior piada do cristianismo, tentar transformar o homem em algo melhor mediante rigidez e grilhões. Como o homem poderia evoluir ao grau de varão perfeito se vivia apenas como um animal domesticado que nega a própria natureza?

Porém em Yeshua Deus não age mediante regras fixas, mas sim mediante uma consciência fixa, fazendo de sua doutrina universal e não meramente local. Inserindo a natureza de Deus como compreensão ao espírito do homem.

Assim quem rejeita a Deus rejeita a vida, posto que a vida é a manifestação do Amor. Ora, rejeitar a vida é rejeitar aquilo que a manifesta. Ja foi dito pelo salmista:

“Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra de suas mãos.”

Tudo existe porque Ele existe, e se essas coisas existem por Ele é certo que foram feitas a semelhança de sua sabedoria, principalmente o homem que foi posto no palco da vida para contemplar o tudo, sendo a principal imagem de Deus, onde todo o resto torna-se coadjuvante, pelo menos no mundo que conhecemos.

Em suma quem rejeita o Eterno rejeita a si mesmo, porque antes de mim Ele ja era o Tudo.

Isso significa rejeitar os ares, os sabores, o refrigério, a bondade, as alegrias, os  sonhos. Significa negar a experiência do numinoso, abrindo espaço apenas a experiência do niilismo. E fazer isso é o mesmo que negar a existência e não aceitar TODA a realidade.

Ora, tudo isso é bonito, poético e alega a sujeição a realidade, mas será que Deus poderia dizer que ama alguém e ao mesmo tempo lança-lo num mar de fogo pra sofrer toda a eternidade?

Veja, eu não nego a experiência do niilismo, mas não é porque vejo a dor, injustiça e sofrimento que vou agora negar a experiência do numinoso.

Sei da dificuldade que o inferno impõe aos incrédulos para que creiam. Por isso vou ousar falar de minhas experiências sem contudo exigir que alguém acredite em mim por elas.

Certa vez tive um sonho onde estava agachado, encolhido, sozinho, sentia um vazio profundo, tudo era escuridão, só havia eu e o nada, tudo estava reduzido a mim mesmo, pois eu também era o nada, derrepente para minha surpresa ocorreu uma intervenção, alguém me disse ou eu pelo menos entendi sem que me dissessem:

“O inferno é a ausência de Deus”!!!

Obviamente este sonho não foi determinante para apregoar um dogma que negue o inferno de fogo atribuído ao cristianismo e algumas religiões pagãs.

No entanto, um dia estava lendo um livro, e pra minha surpresa o autor fazia a mesma declaração, dizendo que para expressar uma realidade espiritual terrível como o inferno só mesmo fazendo alusão ao fogo, a dor, aos vermes e o sofrimento eterno, eu não perderia a mim mesmo, mas perderia a Deus. A segunda morte seria muito mais a morte de Deus para mim do que eu para Ele.

Seria o suicídio Espiritual, o aniquilamento das forças vitais!!!

Não peço a você que acredite em mim, essa é uma visão que me pareceu convincente, aliás incluí alguns links abaixo que falam de experiencias muito mais extraordinárias que a minha e que corroboram com tal ideia.

Deus portanto é o Sentido, o inverso disso é o inferno. Dessa forma, sendo Deus o Sentido em Amor, conforme o evangelho, como é que Ele não teria o Ágape ou caridade  incondicional?

As boas novas advindas de Yeshua incluem justamente essa informação: Deus é Amor!

Mas será que Ele deixaria de amar aqueles que negaram o Sentido, cometendo o suicídio espiritual?

Óbviamente que não, aliás, é mais fácil acreditar no que digo quando entendemos a posição de Deus como o prêmio e a coroa da criação e não como o verdugo dos homens.

Ora, Poderia o amor de uma mãe ser maior do que o de Deus?

Certamente existem mães desnaturadas, porém se existir uma mãe que ame o filho independente de seus pecados e crimes, não teria ela um amor maior do que o divino?

Mas se Deus é amor como pode uma criatura ter maior amor que Ele?

Além disso, se o amor de Deus é condicionado, podemos concluir que ele acaba, porém se o tal acaba, como pode a natureza de Deus ser amor???

Isso não faz sentido.

Paul Washer, um pregador de multidões disse certa vez que Deus não odeia somente o pecado, mas odeia também os que permanecem nele, ou que morrem na perdição. E a grande pergunta que eu faço diante disso é a seguinte, pode Deus odiar como o homem odeia?

Ora, Ora, caros amigos, Deus não é como o Homem para que se arrependa e minta ou como o filho dos homens para que não cumpra suas promessas.

Claro que para  um ateu como Feuerbach,  filosofo este de convicções aterradoras  que em alguns aspectos foi inspiração para Marx, isso era bem diferente. Ele dizia que nós criamos Deus pelo desejo razoável do ideal de perfeição que possuímos na interação com um mundo imperfeito, cheio de mazelas e sofrimentos. Em nome desse ideal de justiça, criamos um ser todo poderoso, já um contra-senso em si mesmo, um que é onipotente, com sapiência eterna e juízo perfeito. Para o filósofo o Criador se inverte para o status de criatura, e como objeto de fetiche espiritual passa a ser ferramenta de manipulação, consolo ou qualquer coisa que quiséssemos fazer com Ele.

Será então que o Deus bíblico é o Deus do toma lá da cá? O Deus que usa o nome graça apenas como mecanismo de conversão, proselitismo e moral de rebanho?

Um Deus que domestica as pessoas como um homem faz com seus cães de caça?

Ora, se Deus segue apenas a regra da reciprocidade, em que Ele se difere do homem?

Aqui observamos apenas o Deus de Feuerbach, o Deus dos moralismos sociais e das utopias de mundos melhores.

Mas para mim o Deus verdadeiro não se separa da Vida e a Vida não se separa de Deus, posto que o Espírito Santo é a própria vida em seu estado mais puro.

O Universo só subsiste porque Deus nos vê, você e eu só existimos porque Ele nos vê. Essa é inclusive uma premissa de teorias relacionadas a física quântica, se referindo ao observador fora do espaço tempo…

Ok, isso é interessante mas existe ou não existe condições para se alcançar o tal céu,  morada celeste,  paraíso terrestre ou seja lá o que for?

As condições são pré determinadas pela natureza de Deus. Seu poder e sua força determinam as variações e flexões de leis em todas as variáveis possíveis, por isso mesmo acreditando que Deus tem amor incondicional  não podemos ser acusados de negar a torah divina. Assim pensava Yeshua.

Sendo portanto a imagem de Deus isso nos condiciona as recompensas mediante a graça manifesta em nós, mas não define quem Deus ama ou não ama, porquanto sua natureza inegável já determina tal coisa.

Obviamente o amor a muitos exige ação para impedir a impunidade. Se Deus amasse apenas um de nós, tudo seria muito simples, seria como o amor de um pai para com o único filho. No entanto penso que para Ele ocorre justamente o que aconteceu no final do filme Anjo Malvado, quando a mãe segura dois filhos no penhasco e tem de escolher apenas um, ja que não poderia suportar mais o peso dos dois, do contrário perderia a ambos, ainda mais quando vê que o justo estava perecendo primeiro. Com pesar no coração escolheu aquele que respondia com sinceridade ao seu amor materno, mas ao homicida só restou a morte no abismo. A mãe obviamente lamentou não poder salvar o outro indicando assim que amava os dois.

Veja a cena do filme como ilustração do drama cósmico:

Ora, se Deus me ama e ama aquele que faz mal a mim, por amor a mim Ele teria que fazer justiça, não só a mim mas aos muitos que podem sofrer na mão do malfeitor que já me detinha lesado. E em favor daqueles que são fracos em sua consciência não deve haver impunidade, salvo diante do arrependimento no pó da terra o qual Ele certamente não rejeitaria.

Se Deus amasse apenas o messias, posto que faz a sua vontade, não o teria enviado ao mundo para morrer. Mas se ele veio e separado de Deus (diga-se de passagem seu maior sofrimento) morreu com os pecados do mundo, então é claro que Deus nos amou sendo ainda pecadores. Esse amor nunca acaba, pelo menos é o que penso até o presente momento, mediante o fato do Eterno nos fazer como que um presente para Ele mesmo.

Esses dias estava vendo a série do Rei Davi na record, e me veio um insight, quando vi Davi feliz por que seu filho Absalão supostamente perdoaria o irmão Amnon pelo estupro de Tamar. David ficou irado pelo pecado de seu filho ainda mais porque isso refletia no sofrimento de sua filha, mas quando morre Amnon Davi desaba, pois mesmo diante do crime do filho, continuava amando-o. Além disso, posteriormente mesmo sabendo que Absalão matara o irmão e tramava contra seu reinado, Davi ainda assim também o amava, pois aquele era seu filho, nem a Lei poderia determinar a punição do filho se o Rei não desejasse, isso devido ao seu amor paterno, visto que contra estas coisas não há Lei, pelo contrário é a Lei que existe por elas. Quando morre Absalão, Davi pranteia novamente, pois se dependesse dele o juízo seria revogado para dar mais uma chance àquele que gerou. Ele sentiu em sua carne aquilo que Deus sentiu quando o próprio rei pecou traindo e entregando um soldado nas mãos do inimigo.

Ora, se Davi que era pecador pode agir com favor imerecido, Deus que é infinitamente maior que seu servo fará muito mais. E ninguém melhor do que Ele para saber identificar as proporções de graça a cada um conforme a sua medida.

Mas não foi Deus que preparou o inferno?

Sim, mas isso conforme a porção que somente Ele que conhece todas as variáveis e intenções pode definir.

Vídeo:

……………………..

Links que você pode acessar e assistir para aumentar sua percepção quanto ao tema, considero o documentário abaixo indispensável:

Experiências de quase morte, Relatos:

http://www.youtube.com/watch?v=9ElMRtWkSk8

http://www.youtube.com/watch?v=EPI-3fFj06c&feature=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=P9af1SoShjQ&feature=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=sgNUidrQFz0&feature=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=FDd4S_8fXWs&feature=relmfu

http://www.youtube.com/watch?v=tHxjFjr6kOA&feature=relmfu

Olá a todos, gostaria de postar mais um vídeo aqui em meu blog. Este áudio corresponde a um artigo que li no site mídia sem máscaras a respeito do cosmólogo e físico teórico Stephen Hawking, escrito pelo jornalista Matthew Cullinan Hoffman e  Traduzido por J. Severo

Há alguns anos o acadêmico lançou um livro onde supostamente evidenciava a inutilidade de Deus quanto a formação do Tempo espaço, ou seja, do Universo. 

Assim Deus não seria mais necessário para explicar a lacuna doENTE AUTO-CAUSADO

Aqui vocês perceberão a dificuldade que o cientista tem em lidar com algumas concepções filosóficas básicas como o significado mais agudo da palavra NADA, assim como concepções de causa e efeito.

Ouça com atenção, principalmente sobre o tema que envolve a física quântica e a teoria da Interpretação de Copenhagen (IC), as quais formulam reflexões interessantes sobre a necessidade do ente divino na evolução cósmica.

Vídeo:

Link da matéria: http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/11469-o-ateismo-da-pseudociencia-de-stephen-hawking.html

Esse foi um assunto que discuti com um amigo a respeito do conceito de Verdade Absoluta, deixo aqui nossas elaborações, espero que ajude você a também refletir sobre o tema:

Olá Marcos!!

Tudo bom? Espero que sim!

Sabe, eu ando, quero dizer, eu to sempre me pegando pensando em questões filosóficas.

Essa questão da “Verdade” tem me perturbado bastante.
E muitas vezes me sinto impotente sem saber a onde ir, e a quem recorrer!!

Eu lembrei de você porque eu tenho visto que você é uma pessoa de mente aberta o bastante para me compreender.
Veja bem, eu não falo de inteligência, mas sim de compreensão.

Sabe, uma noite dessas me peguei pensando algo que soaria absurdo para qualquer pessoa.
Eu fico até com um certo receio de expor, por saber que é um tanto chocante entende?
Mas antes de dizer, queria saber de você algo importante!
Você acredita que todo o caminho, ou forma de buscar encontrar a “Verdade” é válida?

Deixe eu reformular a pergunta pra ver se fica mais compreensível o ponto em que desejo chegar….

Você acredita que para conhecer o Bem, é importante conhecer o Mal?
Se sim, você saberia me dizer até que ponto ( e se há algum ponto em que ) se deve estar disposto conhecer o Mal, para conhecer o Bem em sua plenitude?

Ou será que se pode conhecer plenamente o Bem supremo, rejeitando totalmente o Mal?

Além disso, o que você acha que melhor se adapta a “Verdade”?
Conhecer apenas o bem, sendo em digamos, termos experimentais mesmo, completamente ignorantes acerca do Mal?

À mim pelo menos parece que a “Verdade” não pode ser ignorância de espécie alguma. Mas deve ser justamente o oposto da ignorância.
É necessário conhecer o Mal tão profundamente quanto o próprio Bem!

Ou não?

Desculpe, estou enviando essa mensagem pela segunda vez pois tive duvida se você recebeu da primeira vez…é que eu recebi no e-mail uma notificação de falha..

Obrigado pela atenção
e um forte abraço!

Albeni

Resposta:

E ae rapaz, beleza? Vi sua mensagem recentemente e quero lhe dar os parabéns por se dedicar a esse tipo de pensamento, a meu ver isso denota um espírito de honestidade, coisa essa que a grande massa principalmente no Brasil realmente não possui. As pessoas aprendem honestidade no seio familiar porém ser honesto, intelectualmente falando, é muitíssimo difícil, até para os mais dedicados.

Hoje estava voltando do trampo e me tomei de assalto com uma pergunta similar a sua:

“As pessoas realmente querem a verdade?”

“Será que eu a quero, ou posso de fato suportá-la?”

Cheguei a conclusão mais óbvia… Todos são alienados, porque para nossa condição natural é impossível reconhecer toda a Verdade.

Eu posso sim buscar uma verdade e tudo acerca de mim. Mas será que posso conhecer a verdade de uma criança sujeita a progéria? Ou de uma mulher pobre que pesa 200 quilos? Ou de um paraplégico que insiste em viver somente movendo o pescoço? Poderia eu conceber a verdade da viúva e do órfão? Do assassino ou do milionário?

Simplesmente não poderia! Isso é uma total impossibilidade para minha natureza.

Que conhecimento se aprende nos livros? Mas os próprios livros não sabem de todas as minhas contingências, assim como eu não sei da contingência de todas as pessoas.

Desse modo chego a conclusão mais simples. A empatia é um dos elementos mais importantes para pelo menos tentarmos discernir a realidade no que concerne ao arcabouço social.

O problema é que ser empático é estranho em nossa sociedade, é como o príncipe do livro – O Idiota – de Dostoiévski, um rapaz puro com apenas 27 anos que é epilético e possui as facetas de Dom Quixote, no que se refere as fantasias e as de Cristo no que se refere a dignidade intuitiva, visto pela sociedade como uma personalidade débil e fraca, porém carregando dentro de si uma inspiração profética semelhante a Davi, Isaías, Daniel ou Jeremias, como uma águia escondida num galinheiro e malquista pelas galinhas.

Enfim, teria muito a dizer sobre nossa incapacidade de descortinar o real que ao mesmo tempo nos atrai a honestidade ao ponto de alcançarmos o status do varão perfeito de Paulo ou mesmo o Spoudaios de Aristóteles, mas visando uma simplificação do conteúdo e uma melhor dissecação do tema proponho a vc que assista uma aula do Filosofo brasileiro Carvalho sobre esse aspecto da natureza da verdade, jogue no Youtube - {A Filosofia e seu Inverso}, se já tiver visto e se possível, fale-me das suas impressões…

Grande abraço

Resposta

Desculpe a demora, mas enfim…

As pessoas de fato sabem o que são e o que desejam, ou se enganam a si mesmas na fútil tentativa de justificar suas ações contrárias a sua própria natureza..

Vi o vídeo do Olavo de Carvalho, e concordo com ele.

As pessoas escondem-se atrás das racionalizações. Sei que ele falava primariamente dos pretensos filósofos!! Mas em meu entendimento acredito que ele considerava qualquer pessoa com essa aspiração em comum

O motivo disso me parece bastante simples. É mais cômodo, mais fácil, menos doloroso esconder-se de si mesmo atrás das racionalizações..
Suponho que isso seja assim, porque a própria sociedade com suas regras, nos faz acreditar que tudo o que seja diferente, que corra por fora de suas normas, de suas leis, de seus preceitos morais, seja Mau.
Mesmo aquilo que faça parte da natureza humana. Nesse aspecto, é como que dizer que a natureza do homem é abominável.

Enquanto o Olavo falava das racionalizações, me lembrei imediatamente dos Sofistas do tempo de Sócrates. Eles nunca deixaram de existir!!

Veja que sei que o Olavo não condenou a racionalização em si. Pelo contrário!! Ele condenou a atitude dos pretensos filósofos, que fazem da racionalização um instrumento de sua insanidade.

De fato, como você mesmo disse, é difícil encontrar alguém disposto a aceitar a verdade, a verdade de si mesmo. Tornar-se o Spoudaios. Mas não impossível!!
E mesmo que a aceite, ou seja, compreenda o seu próprio ser, como você mesmo disse, é muito difícil descobrir a verdade do outro.

A empatia que você citou, me soa como o Amor do Cristo. Porque de fato, é a mesma coisa.
O amor do Cristo, ou empatia, não deve ser entendido como o falso amor pregado, ou sentido pelos ditos cristão de hoje. Porque é isso que eu pelo menos tenho observado mais!! Talvez eu esteja enganado, não sei!!?

Acredito fortemente que nesse amor, ou empatia, deve residir um caráter de absoluta tolerância. E é justamente por observar a carência de tolerância no dito cristianismo de hoje, que eu não o considero mais como único caminho de salvação…

Observo essa característica muito mais desenvolvida no budismo por exemplo. Então logo me identifico, me interesso por isso. Não quero dizer que rejeito Jesus, em prol de Buda, mas busco entre eles uma unidade no pensamento..

Procuro analisar os filósofos, e pensadores das religiões da mesma maneira. Não quer dizer que eu encontrei a verdade do mundo.
Mas pelo menos, que busco a minha própria verdade.
Mas eu ainda estou muito longe de ser o Spoudaios entende?

Mas,.. voltando ao Olavo!
Ele traz uma preocupação que eu também compartilho. A de que a filosofia deve tornar a ser um instrumento de formação do ser humano. Não permanecer mais, sendo um mero instrumento na mão de intelectuais.

Entendo que a formação do ser humano integral é o profundo e mais autentico objetivo da filosofia. E concordo que esse objetivo foi a muito esquecido.
É por isso que por exemplo, considero mais a Sócrates do que a seus sucessores.

Eu me atreveria a afirmar que esse objetivo da filosofia, por sua própria natureza se emparelha com os objetivos da religião.. E o maior erro dos filósofos foi segregar uma coisa da outra..
A filosofia se tornou vazia, sem um sentido de ser
E se ainda me disser, que o objetivo da filosofia é formar o Spoudaios, replico: Para que um Spoudaios?

Tornar-se um Spoudaios é um objetivo final?

E a Religião cada vez mais carente de fiéis esclarecidos, e repleta de fiéis acéfalos, por assim dizer. O ápice da religião a meu ver então ficou no passado. Talvez quem sabe na escolástica.

Mas enfim,..ai já estou teorizando e é melhor parar por aqui não é!!? kkkk

bom, muito obrigado pela atenção
e me desculpe a extensão do texto

Albeni

 

 Resposta

Muito bom Albeni, vc realmente sabe o que fala, eu acredito que falta muito para que eu também alcance o Spoudaios de Aristóteles ou o Varão perfeito de Paulo ou a iluminação de Buda, a bem da verdade as relativizações humanas são de cunho paradoxal.

Como Paulo dizia: “O bem que compreendo fazer na mente não o faço na prática”.

Mas o mal que repudio acabo por consumar mesmo diante de um espírito pronto.

Sou um hipócrita? Seria se ocultasse ou ignorasse o mal que jaz em mim.

Essa contradição humana obviamente não é desculpa para justificação do nosso fracasso, mas pelo contrário, ela existe justamente para não nos justificar.

Nada me justifica perante o Eterno que é Perfeito e sendo Ele Altíssimo, como poderia alcançar a perfeição do Pai apregoada por Yeshua?

Ora não é o ideal de Yeshua segundo a verdade do Eterno?

No entanto ele como o Ungido, sabe que nós somos pó. E o paradoxo do Messias é justamente lidar com o ideal de Deus e o fracasso humano. Que bom que ele vive banhado com o óleo da alegria, posto que seu entusiasmo por nós não tem fim.

Sidarta viu o fracasso humano quando saindo de seu mundo ostensivo, enxergou o mundo real da dor e do sofrimento.

Iniciou-se então no caminho da teodicéia dentro do prisma Hindu, questionando a divindade suprema pelas mazelas humanas.

No entanto talvez não tenha se apercebido que não podendo conhecer a verdade do seu próximo em todos os aspectos, também jamais poderia conhecer a verdade do Eterno, impedindo-lhe portanto de imputar o mal à Divindade tentou negá-la. Buscou a iluminação descontente com seus contemporâneos e assim como nós iniciou-se na busca do saber embora aprisionado aos parâmetros de sua época. Deveras, na tentativa de transcende-los encontrou o caminho do meio.

Pra mim esse nirvana de Sidarta não é meramente algo místico antes de ser existencial e se é existencial faz parte da teodicéia porque o mundo de Sidarta era o mesmo mundo de Isaías, Moisés e Maomé.

A verdade não é o homem a não ser que o homem se esmiúce pela verdade.

Mas afinal o que é a verdade?

Quando Yeshua foi questionado a esse respeito ja estava prestes a ser crucificado, Ele não respondeu a pergunta emitida por Pilatos, somente o olhou, imagino eu, com profunda compaixão, posto que a Verdade Absoluta é inefável, tão inefável ao ponto de os tolos reprimirem seu intento em via do relativismo e niilismo. Mas o amor é forte como a morte e isso é existência, tanto o amor como a morte, assim questões relativas a existência não são tratadas no viés da moral, mas sim da imputação do Eterno, posto que somente Ele vê a si mesmo e nós o vemos no servo que escolheu.

Penso que o mundo não pode ser compreendido mediante o mérito, porque a mesma existência testemunha de maneira diferente, mas fato é que também tem o seu lugar aos olhos daquele que tudo vê, desde que nasça do âmago do espírito. Certamente Ele honraria aquilo que viesse de si mesmo. Tendo fé em esperança as vezes contra a esperança porque a única justificação para o homem diante do testemunho da história é de que sendo maus ainda sabemos dar coisas boas aos nossos filhos.

Assim tenho que concordar com Sócrates, porque só sabemos quando nada sabemos e encarando assim nossa miserabilidade estaremos mais perto de Deus.

Quem se ufana não pode conhecer a verdade o que torna mais estranho ainda a pergunta de Pilatos a Yeshua, uma vez que Roma era a glória do mundo. Ora, se sabemos quem somos sabemos que nada somos e quando nada somos nos tornamos tudo para Ele, do contrário não teria morrido por nós. Essa é a verdade que aprendi no livro que testemunha a vida de Jesus.

Caro amigo gostaria de, se possível, incluir seus comentários numa postagem em meu blog, caso possibilite isso me dê sua permissão, grande abraço.

Resposta:

Marcos, Deus não pode nem poderia esperar, exigir perfeição dos seres humanos, porque de fato isso seria incoerente com nossa imperfeição, a qual ele mesmo sancionou.

Mas como você bem disse, isso também não é justificativa para nossa apatia espiritual. O que é bem comum!!

É evidente que Paulo, mesmo tendo sido esclarecido da verdade de Deus, não se tornou perfeito. Prova são as afirmações dele próprio como a que citas-te.

Eu particularmente tomo o cuidado de não tomar nenhum homem, seja Paulo, seja Sidarta, seja Osho, ou mesmo o Apostolo Valdemiro Santiago, como santo, como um ser perfeito. Só considero como perfeitos o Pai, e o Filho.

A nossa perfeição, na concepção cristã, ou de qualquer religião, porquanto ainda mortais como somos, não pode ser algo estático, pronto e acabado. Mas a entendo como uma busca incessante, um cultivar ao longo de toda a vida, uma construção que não acaba enquanto não morrermos.
Acho interessante como essa concepção se harmoniza com as filosofias desde pensadores gregos como Sócrates até pensadores orientais como Lao-tsé, e certamente perpassam por muitos outros pensadores de todos os tempos chegando mesmo a tempos bem mais recentes com o místico Osho, e o atual Dalai Lama.

Nossa perfeição torna-se então, uma coisa relativa.
Poderia assim teorizar que o Spoudaios de Aristóteles poderia ser dividido em dois.

O Spoudaios aristotélico nascido do mundo das idéias, e o Spoudaios digamos, realista. Que se distinguiria pela busca e trabalho incessante de buscar, viver e morrer por uma verdade. Nesse caso a verdade adquiriria um caráter mais ideológico do que propriamente teológico, não é mesmo? Mas acredito que uma coisa não exclui a outra. Não necessariamente!

Assim, teorizaria que o Spoudaios mortal, apenas se tornaria o Spoudaios ideal, depois de morrer.

Mesmo um Buda, nesse contexto se ainda permanecesse nesse mundo, não poderia ser completo. Seria apenas o Spoudaios realista. O ultimo nível (por assim dizer) possível de ser alcançado nesse mundo.

Alcançar esse Spoudaios como bem disseste requer um esvaziamento interior. Um reconhecer a própria pequenez frente às coisas incompreendidas, desconhecidas. O que é impossível a quem se coloca acima de qualquer coisa. É isso que querias dizer, no exemplo dos romanos e Pilatos??

Isso me faz lembrar uma frase muito sábia que eu ouvi em um filme..por mais estranho que pareça!! No filme “Avatar”
Acredito que você já deve ter visto.

Quem disse foi a matriarca/mística do povo avatar:

- é difícil encher um copo que já está cheio.

Ou seja, no caso dos romanos, como eles poderiam se sujeitar aprender uma nova verdade, sabendo que ela poderia representar o fim de tudo o que eles acreditavam, e de tudo o que eles conquistaram.

Poderia aplicar aqui também a cena magnífica do filme “2012″, quando o Mestre Budista enche a xícara de chá até transbordar, para fazer o seu discípulo entender o quanto estava cego por suas tantas opiniões, que lhes impediam de enxergar a verdade.

No próprio filme da “Paixão de Cristo” a esposa de Pilatos faz uma sábia consideração sobre a verdade…

Valeu, obrigado pela atenção
e até
abraço

Talvez a verdade se resuma nas palavras de C S Lewis, quando ele diz que nossa existência é Agridoce…

 

Pois é… Eu vi e muita gente ja viu… Estou falando de um vídeo do senhor Macedo entrevistando o demônio. Isso ja é uma pratica bem antiga, mas a novidade fica por conta de uma denúncia via inferno trazida pelo “demônio” dedo duro da fofoca que habitava uma mulher ja há algum tempo.

O “espírito”, segundo o Bispo Macedo, obrigado a falar a verdade, denunciou o apóstolo Valdemiro e sua casta como hereges prostitutos.

Só salvou a esposa do referido que por sinal, segundo as palavras do demônio com sotaque regional, estaria inclinada a voltar para a santa madre igreja Universal do reino de Deus.

Bem esse não é o primeiro e certamente não será o último diabinho a “denunciar” a concorrência eminente, no contexto religioso, do Macedinho.

Coincidência ou não, essas denúncias parecem ter a intenção de frear o crescimento extraordinário da Igreja do rei do gado Valdemiro Santiago, igreja essa que tem práticas similares a sua Promotora a IURD, o que me causa estranheza, afinal se são quase iguais por que se acusam mutuamente?

É óbvio! Status Quo!

No entanto o que mais me deixou perplexo foi a ousadia do capetinha que falava na congregação, parecia ter uma intimidade tal com o exorcista que quase consegue um elogio do Bispo, o que não faltou na multidão de fiéis que o aplaudiu numa das cenas mais estranhas que ja vi numa igreja aqui do Brasil.

Será que o diabo estava se convertendo, considerando que Valdemiro era uma ameaça a posição de seu título?

Piadas a parte, nós cristãos estamos chocados com essa avacalhação da Igreja evangélica New Pentecostal e esperamos de fato com Fé em Deus que as pessoas amadureçam e enxerguem a loucura de alguns líderes desta nação tupiniquim.

Os tais estão expondo pessoas inocentes a uma espécie de guerra civil evangélica, onde o que conta em termos de espiritualidade é o partido que um ou outro escolhe…

Deixo vocês com um vídeo que fiz sobre o assunto. Ah… Não se esqueçam, orar por esses malucos não será uma perda de tempo, ainda não, façamos assim.